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04 dezembro 2013

Fusca 1600 S, O "Bizorrão"

Lançado em 1974, na tentativa de atualizar o nosso querido "Fusca", pois o fuscão 1500 já sofria as limitações da sua mecânica, a Volkswagen tentava atingir um público mais jovem com esta série especial, fazendo com que aquele "fusquinha" que todos conheciam se tornasse mais envenenado, recebendo um motor mais "bravo", um 1600 de 65HP, ou seja, uma grande evolução em relação ao 1500 de 56HP, porém não parava por ai, o carro possuía mais apelos esportivos tais como um painel com vários "relógios": Conta Giros ao lado do velocímetro, vacuômetro, amperímetro e temperatura do óleo abaixo do cinzeiro além do famoso volante "Walrod".


Painel bem "equipado" com volante Walrod trazia maior apelo esportivo
Reportagem especial da revista 4 rodas da época!
Quando o motor 1500 deixaria de equipar o "Fuscão" sendo assim substituído definitivamente pelo motor 1600 dando fim a esta série especial que fez a cabeça de muitos jovens, tornando um carro extremamente raro

Especificações:

  • Motor: 1600 câmbio baixo e comando esportivo.
  • Potência: 65cv SAE
  • 0 a 100: 16,5s
  • Alimentação: Dupla Carburação Solex 32 
  • Freios: Disco Ventilado Frente, Tambor Traseira

Adaptado de: Air Cooled Br
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03 dezembro 2013

Manual do Kübelwagen feito pelo Departamento de Guerra dos EUA


Olá galera, eis aqui uma info muito legal, um manual de manutenção do Kübelwagen escrito pelo departamento de guerra dos EUA após o final da segunda guerra, para quem não conhece este veiculo tão icônico quanto o Jipe na segunda guerra mundial, para quem curte um pouco de história é algo bem interessante.





O Volkswagen Kübelwagen (carro balde/banheira) foi um veículo militar desenhado por Ferdinand Porsche e construído pela Volkswagen durante a Segunda Guerra Mundial para uso pelas Forças Armadas da Alemanha Nazista (tanto a Wehrmacht quanto a Waffen-SS). Baseado no Volkswagen Fusca, foi inicialmente chamado Type 62 (protótipo), mas eventualmente ficou com o número interno de modelo Type 82.

Sua leveza, agilidade e ausência de fluido de refrigeração (evitando o congelamento e ebulição em climas extremos) não demorou para demonstrar sua superioridade em relação aos veículos 4X4 dos exércitos adversários. Enquanto seu chassis e mecânica eram construídos na KDF Stadt (agora Wolfsburg), sua carroceria era produzida pela firma Ambi Budd em Berlin (ironicamente era uma firma americana). O Kübelwagen era para os alemães o que o jipe era para os Aliados."




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02 dezembro 2013

Propaganda - Outubro de 1972


Outubro de 1972 > Este anúncio destaca que o SP2 e o KG-TC foram concebidos não apenas para ter desempenho e beleza, mais a mecânica bem afinada, o conforto e a resistência também faziam parte da sua concepção.

Créditos: Acervo Diego Cardoso

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30 novembro 2013

Resgate Kombi 1957

Em 1960, um proprietário de um hotel que ficava as magens do lago ao norte do canal de Telemark na Noruega, adquiriu uma kombi 1957 Samba para transportar turistas para passeios na região. Ela foi utilizada por 14 anos, até que os problema mecânicos começaram a aparecer e então resolveram se desfazer dela. Na Noruega e países vizinhos não é raro encontrar veículos abandonados submersos em lagos. O fim desta pobre kombi também o foi o fundo de um lago e ficou ali durante 35 anos esquecida. Até que um colecionador de VWs conhecido na região ficou sabendo desta história e resolveu contratar um guindaste para resgatar esta kombi para restaurar.

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29 novembro 2013

Mas é a Last Edition...

Fonte: VW S2
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28 novembro 2013

O carro-esporte nacional da Volkswagen

Projetado no Brasil, o SP2 impressionava pelo estilo
arrojado, mas deixava a desejar em desempenho
No início dos anos 70, a despeito do endurecimento do regime militar, o Brasil vivia uma época de prosperidade econômica -- o chamado milagre brasileiro --, quando o País crescia a índices nunca antes vistos. Com isso a classe média passava a consumir mais e as vendas de automóveis cresciam.



A música "Ouro de Tolo", de Raul Seixas, criticava a situação, mas esse crescimento do bolo gerava um interesse por um novo segmento do mercado de automóveis, até então pouco explorado no País: o dos carros-esporte. Inicialmente esse segmento fora preenchido pela Willys, com o Interlagos, e por fábricas independentes -- as importações estavam suspensas --, das quais a mais famosa era a Puma (saiba mais).
A publicidade da VW ressaltava a imponência do SP2, que trazia bons itens de conforto, mas pouco mais de 10 mil foram produzidos em três anos.
Em 1972 a Volkswagen resolvia entrar na briga com um modelo próprio e desenvolvido no Brasil: o SP2. Conta a história que o modelo foi um desejo pessoal do presidente da empresa, Rudolf Leiding, que mais tarde comandaria a matriz.

A filial brasileira estava confiante para desenvolver modelos próprios, dos quais a Brasília seria um grande sucesso, e então surgiu o projeto SP. Feito sobre o chassi da Variant e com um desenho bastante arrojado, o primeiro SP chegou às ruas, com motor 1,6-litro, que desenvolvia apenas 65 cv brutos e o levava a 150 km/h, versão rara conhecida como SP1.

A segunda versão, batizada de SP2, possuía motor 1,7-litro de quatro cilindros horizontais opostos (boxer), refrigerado a ar, gerando 75 cv de potência bruta a 5.000 rpm. Como na Variant, o motor era de construção plana, com a turbina de refrigeração montada no virabrequim. O circuito do óleo de lubrificação foi aprimorado, a 
taxa de compressão de 7,5:1 era a mais alta até então nos motores VW arrefecidos a ar, e era recomendada gasolina "azul", a de maior octanagem da época. O câmbio era o mesmo 4-marchas da linha de motor traseiro, mas a relação do diferencial foi alongada para 3,88:1.

O carro atingia 160 km/h e acelerava de 0 a 100 km/h em 17,4 segundos, sendo ainda razoavelmente econômico, com média de 10,5 km/l. Além do novo motor, desenvolvido a partir do 1,6, apresentava suspensão recalibrada e freios a discos na dianteira. As rodas eram de aço, 14 polegadas, com pneus radiais 185-14 de perfil alto (80).

Ao lado do desenho arrojado, outros detalhes davam ao SP2 um perfil esportivo: bancos com assentos longos -- havia opção de revestimento em couro --, apoios reguláveis para a cabeça e acolchoamento na região lombar para evitar dores na coluna. Apresentava também um painel completo, feito de plástico deformável, que incluía conta-giros, termômetro do óleo, amperímetro e relógio.
O carro vinha também com rádio e ventilador de série e oferecia bom espaço para bagagens: 140 litros na dianteira e outros 205 na traseira, distribuídos em compartimentos forrados atrás dos bancos e em cima do motor. A tampa do porta-malas abrangia o vidro traseiro, numa época que oshatchbacks ainda não haviam surgido no Brasil. O limpador do lado do motorista era pantográfico, para maior varredura -- novidade na época.
Uma versão de 1,6 litro foi planejada, mas não chegou às ruas. Mesmo a de 1,7 litro e 75 cv brutos cumpria nas ruas menos do que suas linhas modernas prometiam.
Apesar de alguns bons atributos, 1976 foi o ano derradeiro para o SP2. Os principais responsáveis por seu fracasso foram o alto preço, em razão de uma baixa economia de escala na produção, e o fraco desempenho do motor diante do estilo esportivo. O SP2, construído em aço, vivia "apanhando" dos Pumas, que -- embora utilizassem mecânica VW -- eram bem mais leves, pois eram feitos em plástico reforçado com fibra-de-vidro.

Ao todo foram produzidas 10.193 unidades do carro. Hoje um item de colecionador, apesar do pouco sucesso nas vendas, já consta até de catálogos internacionais. Um SP2 branco, restaurado pela fábrica, encontra-se em exposição no Museu Volkswagen localizado na fábrica de Wolfsburg, na Alemanha -- um legítimo representante do desenho brasileiro à vista de todo o mundo.
Texto: Rodrigo Fonseca - Fotos: divulgação
Fonte: Best Cars Web Site

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25 novembro 2013

Propaganda - Março de 1963



Março de 1963 > O anuncio do VW Fusca 1963 em questão mostrava as inovações no modelo, como por exemplo os vidros laterais traseiros basculantes.

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21 novembro 2013

Besouro nobre - Fusca com motor Porsche

Uma coisa é unanimidade: todo mundo já teve ou andou em um deles. Quem não se lembra de dar uma volta no espaço – claustrofóbico – atrás do banco traseiro? Neste aqui, o passeio tem veneno familiar.

O modelo da Volkswagen foi um dos que mais recebeu modificações e preparo ao longo dos anos no clássico boxer refrigerado a ar. Turbo, aumento de cilindrada, substituição do bloco pelo motor AP, V8, seis cilindros e, mais recentemente, utilização da mecânica Subaru.

Um desses exemplares, ano 1966, roda em São Paulo e seguiu uma receita antiga, herdada da própria Dacon. O carro recebeu a doação do motor de um Porsche 356. Esse projeto surgiu como um “saudosismo de juventude”, de acordo com o dono. Na verdade ele mesmo teve um modelo idêntico montado pela concessionária nos anos 60.

Externamente, após uma restauração criteriosa, o veículo chama a atenção. As rodas cromadas trazem o logotipo da marca alemã e o ronco é um pouco mais encorpado, porém sem muito estardalhaço. O acabamento interno é de primeira linha, com os três marcadores da Porsche, rádio Blaupunkt e o tradicional conta-giros no centro do painel.

A mecânica foi herdada do clássico 356 C. O motor tem 1.500 cm³ de cilindrada, carburadores duplos e entrega 110 cv brutos. Vale lembrar que este também é um modelo raro, a versão equipada com teto solar de fábrica. Os faróis de longo alcance e as famosas “panelas” de freio do Porsche fecham o pacote.

O proprietário me disse ainda que o Fusca era objeto de desejo quando descia a Rua Augusta e “dava pau”, usando palavras dele, na maioria dos carros existentes na época. Realmente algumas coisas na vida não têm preço.

Créditos: Jalopnik

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13 novembro 2013

4ª Marcha - Trajetória da VW Variant

 A Variant foi lançada em 69, com a frente alta com faróis quadrados (iguais aos do Zé do Caixão, lançado em 68), lanternas traseiras fininhas, e o quebra vento na lateral do vidro traseiro... Este modelo ganhou uma pequena ''pincelada'' no segundo semestre de 70, com o lançamento do TL, e a única diferença foi à adoção do conjunto ótico do TL (faróis duplos redondos), e leve modificação no capo dianteiro... O Zé do Caixão, também ganhou as mesmas modificações na dianteira, na mesma ocasião... Ficaram os três com a frente idêntica, durante esse período da metade de 70 até a metade de 71... No segundo semestre de 71, a linha TL/Variant ganharam a chamada frente baixa, e o Zé do Caixão deixa de ser produzido, substituído pelo TL 4portas... A Variant manteve o quebra vento na janela lateral e as lanternas fininhas até o fim de 72... Em 73, ganha três saidinhas de ar na coluna C, perde a tal janelinha lateral, e ganha as lanternas traseiras maiores, mantendo esta configuração até 77, quando saiu definitivamente de linha, abrindo espaço para a chegada da Variant II... Em 74, o volante, a padronagem dos bancos, e a manivela do vidro mudaram, as calotas cromadas viraram copinhos (pra toda a linha), e a grade traseira passou a ser a do Brasilia... Em 75, ganhou outro painel, as lanternas traseiras passaram a ser bicolores (antes tricolores), perdeu o logo VW 1600 da tampa traseira, e a haste dos limpadores do para brisa passaram a ser pretas, entre outros pequenos detalhes (o TL sai de linha oficialmente nesse ano, mas é possível encontrar alguns restos de estoque emplacados como 76)... Em 76 ganha a trava do encosto do banco e novo apoio de braço das portas... Em 77, ultimo ano, perdeu os bigodinhos da frente e o logotipo VW dianteiro passa a ser de plástico...
Quanto as cores, são praticamente as mesmas do Fusca de mesmo ano, mas a partir de 72, Variant/TL, SP2 E TC tiveram curiosas cores metálicas, como o prata, marrom, verde e azul (alem de um vermelho que parecia meio rosa), bem raras por sinal... Não acredito que tenha versão mais valorizada, vai muito é do estado de conservação... Alguns preferem frente alta, alguns preferem frente baixa, alguns preferem as duas e por ai vai.


69/70:

 

70/71:

 

71/72:

 

73:

 

74:

 

75:

 

76:

 

77:

 
Essa 77 está com calotas que só foram até 73, originalmente são copinhos.

Os dois paineis:

69 a 74 (revestimento tipo jacarandá até 72, e esse volante até 73)


75 a 77:


Propagandas


69/70/71


71/72 

Cores metálicas:

72/73 Platina metalico - L1225...


73/74/75 Azul Astral metalico - L1314...


73/74/75 Verde Mentol metalico - L1338...


73/74 Castanho metálico - L1272...


74/75 Titânio metalico - L3002...


74 Violeta Pop metálica - L5001...

Fonte: Classic Magazine

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06 novembro 2013

4ª Marcha - O fusca flutuante

Era comum nas publicidades do Fusca, que ele fosse submetido a situações variadas que exigissem o máximo do carro. Comerciais antigos na Alemanha chegavam a jogar um sedan de um desfiladeiro, capotando diversas vezes, só para provar que ele ainda era capaz de sair rodando depois da queda. A durabilidade do motor, a resistência da carroceria, o chassis resistente, tudo era desafiado, mostrando a superioridade sobre os concorrentes.

Neste comercial americano, podemos ver um Fusca mostrando uma grande peculiaridade do projeto, que é flutuar na água por um bom tempo.

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05 novembro 2013

60 anos de VW no BR: amostra na Alemanha

A Volkswagen AG resolveu prestar uma bela homenagem aos 60 anos de sua filial brasileira. A empresa está realizando no museu ZeitHaus, em Wolfsburg, uma exposição com alguns dos carros mais emblemáticos da história da VW brasileira. Estão no local os modelos Fusca, SP2, Kombi e Gol GTi, além da Brasília, que se encontra do lado de fora do museu.


O Fusca escolhido pela VW alemã foi fabricado em 1986, e é da edição Última Série, sendo uma das últimas unidades produzidas antes de sua primeira despedida – o modelo voltaria a ser vendido entre 1993 e 1996 a pedido do então presidente da República Itamar Franco.

Já o SP2, que chegou a ser considerado o Volkswagen mais belo do mundo na sua época, é representado por um reluzente exemplar amarelo. Embora tivesse um design bastante esportivo, o desempenho do motor 1.7 refrigerado a ar não condizia com o visual nervoso. O SP2, aliás, é um dos modelos brasileiros pertencentes ao acervo do museu ZeitHaus, mantido pela própria Volkswagen.

A Kombi Last Edition também ganhou espaço na mostra como uma das 1.200 unidades derradeiras da perua. A edição especial marca a despedida do veículo, que é fabricado por aqui desde 1957 e deixará de ser produzido no ano que vem, por conta da nova lei que obriga que todos os carros feitos no Brasil saiam de fábrica com airbag duplo e freios ABS. Quem quiser comprá-la aqui precisará desembolsar 85 mil reais.

O Gol GTi é o exemplar mais recente em exposição. Embora a placa indique o ano de 1989, o veículo escolhido foi feito nos anos 90, quando o carro passou por sua primeira reestilização, marcada pelos faróis mais retangulares. Ele se diferenciava dos outros Gols pela pintura em dois tons, pelo par de faróis auxiliares e pelas rodas de liga leve. O esportivo foi o primeiro automóvel brasileiro equipado com injeção eletrônica de combustível.

Créditos: Revista Quatro Rodas


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31 outubro 2013

Raras imagens de Fuscas

O fusca ao longo de seus mais de 70 anos de sua existência já foi um veiculo de muitas historias e registros históricos  Uma seleção de fotos de fuscas na década de 50 em variados lugares e situações mostrando que este simpático automóvel fez parte da historia da vida de muita gente. Como diz o ditado, imagens valem mais que mil palavras!









Créditos: Paixão por Fusca

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