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18 maio 2014

2 anos de VW Boxer Patos

Desde 2012, o VW Boxer Patos conquistou milhares de leitores(as)
Hoje, 18 de maio de 2014 completamos 2 anos de fundação do VW Boxer Patos. Foi nesse dia, a dois anos atrás que o projeto surgiu e imediatamente colocamos em prática, criando este blog e iniciando os ajustes e postagens.

Muito obrigado à você leitor(a), que está sempre nos acompanhando (mesmo com a falta de publicação que o mesmo sofre hoje, por motivos internos do Clube do Fusca).

Garanto-lhes que surgirá novidades e o VW Boxer Patos voltará a ser melhor do que era.

Estatísticas consideráveis de 18 de maio de 2012 - 18 de maio de 2014


VISUALIZAÇÕES DO BLOG - 140.371
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POSTAGEM MAIS POPULAR - Fusca Baja (12.401 visualiz.)
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HONRA - O VW Boxer Patos é autorizado oficialmente por Marcelo Tonella para livre publicação de seus vídeos em nosso blog.


Leandro Machado - fundador do VW Boxer Patos

OBRIGADO E PARABÉNS!

02 dezembro 2013

Propaganda - Outubro de 1972


Outubro de 1972 > Este anúncio destaca que o SP2 e o KG-TC foram concebidos não apenas para ter desempenho e beleza, mais a mecânica bem afinada, o conforto e a resistência também faziam parte da sua concepção.

Créditos: Acervo Diego Cardoso

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21 novembro 2013

Besouro nobre - Fusca com motor Porsche

Uma coisa é unanimidade: todo mundo já teve ou andou em um deles. Quem não se lembra de dar uma volta no espaço – claustrofóbico – atrás do banco traseiro? Neste aqui, o passeio tem veneno familiar.

O modelo da Volkswagen foi um dos que mais recebeu modificações e preparo ao longo dos anos no clássico boxer refrigerado a ar. Turbo, aumento de cilindrada, substituição do bloco pelo motor AP, V8, seis cilindros e, mais recentemente, utilização da mecânica Subaru.

Um desses exemplares, ano 1966, roda em São Paulo e seguiu uma receita antiga, herdada da própria Dacon. O carro recebeu a doação do motor de um Porsche 356. Esse projeto surgiu como um “saudosismo de juventude”, de acordo com o dono. Na verdade ele mesmo teve um modelo idêntico montado pela concessionária nos anos 60.

Externamente, após uma restauração criteriosa, o veículo chama a atenção. As rodas cromadas trazem o logotipo da marca alemã e o ronco é um pouco mais encorpado, porém sem muito estardalhaço. O acabamento interno é de primeira linha, com os três marcadores da Porsche, rádio Blaupunkt e o tradicional conta-giros no centro do painel.

A mecânica foi herdada do clássico 356 C. O motor tem 1.500 cm³ de cilindrada, carburadores duplos e entrega 110 cv brutos. Vale lembrar que este também é um modelo raro, a versão equipada com teto solar de fábrica. Os faróis de longo alcance e as famosas “panelas” de freio do Porsche fecham o pacote.

O proprietário me disse ainda que o Fusca era objeto de desejo quando descia a Rua Augusta e “dava pau”, usando palavras dele, na maioria dos carros existentes na época. Realmente algumas coisas na vida não têm preço.

Créditos: Jalopnik

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12 novembro 2013

Porsche 911 DS - Conhece?!

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Unir dois ícones do design automotivo, dois carros que são considerados intocáveis (tudo bem, Magnus Walker e Akira Nakai figuram como exceções à regra) não somente seria uma heresia: seria um monstruoso desafio de engenharia, de design e de acabamento. Em tudo eles se opõem: proposta de veículo, tração e configuração do motor, conceito de suspensão, dimensões, dinâmica… Enfim. Mas, de forma quase insólita, uma equipe de designers e engenheiros conseguiu fazer desta heresia algo muito mais que interessante: conheçam o 911 DS, ou simplesmente Porsche-Citroën.
Na verdade, não só a última frase acima é falsa como este carro não existe fora do monitor. O tal do franco-alemão, na verdade, é mais uma arte do Brandpowder, uma turma de designers experimentalistas focados em, bem, dar um nó na sua cabeça. Como vocês verão, as imagens deste carro laranja sequer são uma projeção 3D: tudo foi o mais puro e escancarado render feito em Photoshop.

Só que a pegadinha do Brandpower foi muito além da salada visual: em sua página, a equipe inventou uma complexa e hilária história sobre como o projeto foi executado – que é escorada por alguns detalhes técnicos inverossímeis e muitas fotomontagens (veja-as mais abaixo). Tudo isso levou uma montanha de jornalistas incautos e apressados a reproduzir a história sem parar para analisar o que eles estavam espalhando. Jogue “porsche citroën brandpowder” no Google e tenha uma deprimente experiência.

0 911ds 04
Eu sei que muitos de vocês já sacaram ser um veículo by Adobe no momento em que viram as imagens. Mas, de qualquer forma, vamos fazer o redundante exercício de descobrir as cagadinhas que entregaram o 911 DS como um hoax.

» CONTINUE LENDO ESTA MATÉRIA CLICANDO AQUI!

Créditos: Jalopnik

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05 novembro 2013

60 anos de VW no BR: amostra na Alemanha

A Volkswagen AG resolveu prestar uma bela homenagem aos 60 anos de sua filial brasileira. A empresa está realizando no museu ZeitHaus, em Wolfsburg, uma exposição com alguns dos carros mais emblemáticos da história da VW brasileira. Estão no local os modelos Fusca, SP2, Kombi e Gol GTi, além da Brasília, que se encontra do lado de fora do museu.


O Fusca escolhido pela VW alemã foi fabricado em 1986, e é da edição Última Série, sendo uma das últimas unidades produzidas antes de sua primeira despedida – o modelo voltaria a ser vendido entre 1993 e 1996 a pedido do então presidente da República Itamar Franco.

Já o SP2, que chegou a ser considerado o Volkswagen mais belo do mundo na sua época, é representado por um reluzente exemplar amarelo. Embora tivesse um design bastante esportivo, o desempenho do motor 1.7 refrigerado a ar não condizia com o visual nervoso. O SP2, aliás, é um dos modelos brasileiros pertencentes ao acervo do museu ZeitHaus, mantido pela própria Volkswagen.

A Kombi Last Edition também ganhou espaço na mostra como uma das 1.200 unidades derradeiras da perua. A edição especial marca a despedida do veículo, que é fabricado por aqui desde 1957 e deixará de ser produzido no ano que vem, por conta da nova lei que obriga que todos os carros feitos no Brasil saiam de fábrica com airbag duplo e freios ABS. Quem quiser comprá-la aqui precisará desembolsar 85 mil reais.

O Gol GTi é o exemplar mais recente em exposição. Embora a placa indique o ano de 1989, o veículo escolhido foi feito nos anos 90, quando o carro passou por sua primeira reestilização, marcada pelos faróis mais retangulares. Ele se diferenciava dos outros Gols pela pintura em dois tons, pelo par de faróis auxiliares e pelas rodas de liga leve. O esportivo foi o primeiro automóvel brasileiro equipado com injeção eletrônica de combustível.

Créditos: Revista Quatro Rodas


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01 novembro 2013

Em algum lugar remoto da África...

Das tribo... Índio conhece, índio confia! HAHAHA

Créditos: Memória Volks BR


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31 outubro 2013

Raras imagens de Fuscas

O fusca ao longo de seus mais de 70 anos de sua existência já foi um veiculo de muitas historias e registros históricos  Uma seleção de fotos de fuscas na década de 50 em variados lugares e situações mostrando que este simpático automóvel fez parte da historia da vida de muita gente. Como diz o ditado, imagens valem mais que mil palavras!









Créditos: Paixão por Fusca

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24 outubro 2013

São Bernardo do Campo tenta adiar fim da Kombi

A veterana Kombi será descontinuada em 2014, mas se depender do prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), isso pode não acontecer. Durante um seminário de segurança veicular realizado na cidade, o político defendeu sua posição e, segundo informações da Rádio ABC, pediu ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, uma sobrevida de dois a três anos para a perua.


“O governo forçou as montadoras a adequarem seus produtos (às novas normas de segurança), mas é preciso certo tempo para que a Volkswagen substitua a Kombi. Além disso, ela é um veículo de carga para o uso urbano, e muita gente a utiliza, como feirantes, pequenos empresários e trabalhadores autônomos. A Kombi é a única forma de estes profissionais terem um veículo novo a um preço relativamente baixo”, declarou Marinho.


O prefeito também citou como outro motivo para postergar o fim da perua a possibilidade de demissões na linha de montagem da Volkswagen após a Kombi sair de linha. Apesar dos apelos feitos por Marinho, são mínimas as chances de o governo abrir uma exceção.


A Kombi será descontinuada em janeiro de 2014 por não poder receber airbag duplo, item obrigatório juntamente com os freios ABS em todos os veículos feitos no país a partir do ano que vem. Para marcar a despedida do modelo, a Volkswagen lançou a Kombi Last Edition, série especial cheia de acessórios que terá 1.200 unidades produzidas.


Créditos: Revista Quatro Rodas


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22 outubro 2013

Carro esquecido da Audi que nunca foi construído

Audi Type 52
Os carros da Auto Union que disputavam os Grandes Prêmios na década de 1930 estão entre os maiores que o mundo já viu. Mas poucos sabem da história do automóvel de rua que compartilhava a tecnologia automotiva com essas incríveis máquinas. Seu nome era “Type 52” e por pouco não se tornou o primeiro supercarro moderno.
No começo da década de 1930, anos antes de começar sua própria empresa, Ferdinand Porsche fundou a empresa de automobilismo Hochleistungs Motor (motores de alta eficiência) com o sócio e ex-piloto Adolf Rosenberger. Sem nenhuma parceria com outra empresa, os dois decidiram construir um carro para os GPs. O resultado, cujo motor V16 com supercharger ficava atrás do assento do piloto, seria a materialização de tudo o que aprenderam sobre carros de corrida. A incrível máquina seria seu cartão de visita.
Mais ou menos na mesma época, os fabricantes alemães Audi, DKW, Horch e Wanderer se uniram sob uma marca – Auto Union GmbH. A triangulação para as pistas ficaria completa em 1933, quando Adolf Hitler anuncia um programa de automobilismo patrocinado pelo estado. Ciente dos planos que a empresa de Porsche havia definido, a Auto Union se inscreveu com a Mercedes-Benz, e cada uma ganhou um apoio financeiro do governo para competir no desenvolvimento do melhor carro de corrida do mundo. A Auto Union comprou a Hochleistungs Motor de Porsche e partiu para o asfalto.
Você conhece o resultado: os carros da Auto Union venceram 25 corridas entre 1935 e 1937, consagrando nomes como Nuvolari, Rosemeyer e Stuck. Mas antes mesmo de começar a vencer, Porsche (que simultaneamente trabalhava no “carro do povo” de Hitler) e o engenheiro chefe Karl Rabe já tinham considerado utilizar os princípios dos carros de corrida então em desenvolvimento para um modelo superesportivo que pudesse ser comprado e usado em vias públicas.
E assim, Porsche e Erwin Komenda (que mais tarde projetaria o primeiro esportivo da Porsche – o 356) traçaram os primeiros planos para um carro de rua, chamado nos esboços de “Type 52”. Sua força viria do V16 4.4 usado no Auto Union Type A, ajustado para 200 cavalos (dos 295 originais). Opiloto motorista se sentaria ao centro (assim como no McLaren F1 lançado mais de 60 anos depois), com um banco para passageiro em cada um de seus lados. A velocidade máxima seria de 200 km/h (em quinta marcha), e o aerodinâmico Type 52 faria de 0 a 100 km/h em cerca de 8,5 segundos – um número inédito para a época.
O site IEDEI encontrou recentemente alguns dos primeiros esboços, que já foram tema de um artigo na revista Classic and Sportscar em 1994.
O traço de Komenda era do mais puro futurismo aerodinâmico, o estilo dominante na década de 1930. Foi fortemente influenciado, assim como os carros dos Grandes Prêmios, pelos avanços da aviação. Mas diferentes de outros carros da época, não acomodaria cavalheiros com cartola.

audi-rosemeyer-03
Não está claro porque o projeto foi cancelado. A única evidência que o programa (se é que ele pode ser assim chamado) existiu são os poucos desenhos e planos encontrados no Arquivo Porsche. Pouco mais de 60 anos depois, a Audi apresentou o conceito Rosemeyer (acima), que traz muito do que seria o Type 52 com a roupagem da marca no século 21. Em 2007 a Audi finalmente lançou seu primeiro supercarro de motor central-traseiro, o R8.


Créditos: Jalopnik


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17 outubro 2013

Fusca Série Especial Love - 1984

O Fusca série especial Love foi lançado a pretexto da celebração dos 25 anos da produção do Fusca nacional, em 1984, e o nome "love" seria em menção à paixão e ao amor que o povo brasileiro sentia (sente) pelo carro. É possivelmente a "série especial" mais obscura, menos conhecida, apesar do excelente conjunto de especialidades apresentado: Na parte estética e no acabamento (em muito semelhante ao "Série Prata"), o "Série Love" vinha na cor Azul Copa, tinha o volante espumado, ar quente, bancos dianteiros com cinto de três pontos e encosto para a cabeça, sendo toda a forração em carpete, painel com acendedor de cigarros e janelas traseiras com vidros basculantes. O vidro traseiro possuía anti-embaçante. As rodas eram de 14 polegadas no mesmo modelo da Brasília e os pára-choques na cor do carro, com uma tira de borracha. Mas o mais interessante deste modelo é o conjunto mecânico: equipado com motor 1600 a álcool, possuía um sensor de temperatura que quando motor se encontrava frio, injetava automaticamente gasolina no carburador! Assim não se fazia necessário o uso de afogador, sendo a partida imediata. Foram produzidas 2.500 unidades desta versão especial comemorativa do Fusca, sempre com o logotipo "Eu amo o Fusca".

Créditos: Fusca Floripa


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08 outubro 2013

Kombi se despede com 56 anos de história no BR

Volkswagen Kombi 2004 1.6 com motor Total Flex (Foto: Divulgação)

A Volkswagen anunciou o fim da Kombi. Uma despedida em grande estilo com direito a série limitada a 1.200 unidades, chamada Last Edition. Sendo o Brasil o último país do mundo a produzir a "velha senhora", o fim da linha será um marco mundial. Tanto que a VW criou até uma campanha de "deslançamento" do modelo. O ponto final desses 50 anos de história vem por consequência da nova lei que torna airbags e freios ABS obrigatórios em todos os veículos produzidos a partir do ano que vem. A Kombi não estava preparada para os novos tempos. Mas nem por isso é possível ignorar sua importância.


Foi em 1957, na cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo, que a Volkswagen começou a produzir aquele que seria o modelo mais longevo de sua história. Kombinationsfahrzeug era seu nome original, que significa "veículo multipropósito". Mas o apelido Kombi era mais apropriado para o Brasil. E assim ficou durante os seus 56 anos de produção nacional, que registraram, até agora, a produção de mais de 1,5 milhões de unidades. Comparando com a frota circulante do país, é como se cerca de 2% de todos os carros fossem.


Primeiro Volkswagen Kombi fabricado no Brasil 1957 (Foto: Divulgação)
Idealizada após a Segunda Guerra Mundial, em Wolfsburg, na Alemanha, a Kombi é, atualmente, produzida unicamente no Brasil. Nós também somos responsáveis por exportá-la para mais de cem países, como os africanos Argélia e Nigéria e os sul-americanos Argentina, Chile, México e Venezuela desde 1970. A história do carro idealizado pelo holandês Ben Pon começou na Europa, cerca de oito anos antes do Brasil. A produção unia o conjunto mecânico do Fusca com o projeto que priorizava a versatilidade para transportar cargas e pessoas.

Inicialmente equipada com motor de 1.1 de 25 cv de potência (refrigerado a ar), aliado a um sistema de transmissão manual de quatro marchas, a Kombi chegava a 100 km/h e desagradava quanto à estabilidade e aos ruídos transmitidos para dentro da cabine. Ao longo dos anos, passou por diversas atualizações para sobreviver às novidades tecnológicas. Mas, diferentemente de seu irmão Fusca, que atualmente é vendido em versão bem mais moderna, manteve, em boa medida, o visual clássico dos anos 40.

Atualizações
Volkswagen Kombi 1976 com motor 1600 (Foto: Divulgação)
A primeira grande reestilização do utilitário veio em 1976, quando a versão nacional se aproximou do visual das unidades produzidas na Alemanha. Entre as principais mudanças, destacam-se o para-brisas sem divisão, o maior espaço das portas para facilitar o acesso e os novos espelhos retrovisores. Junto com as mudanças estéticas, o motor foi modernizado: a Kombi passava a contar com um bloco 1.6 de 52 cv de potência e 11,2 kgfm de torque.

O ano de 1983 marcou a chegada de outras grandes novidades, como a mudança do freio de mão do assoalho para o painel. Mais novidades vieram em 1997, quando a Kombi Carat passou priorizar ainda mais a versatilidade para o transporte. O modelo oferecia teto mais elevado, portas corrediças e perdeu a divisória entre os bancos.

A mais recente modernização da Kombi aconteceu há oito anos, quando a VW passou a equipá-la com motor 1.4 flex de 80 cv, quando abastecido com etanol. O susto feio para aqueles acostumados ao antigo sistema de resfriamento a ar, que deixava o motor tão barulhento que era quase impossível ouvir o rádio. A Kombi 2005 era arrefecida a água, o que resultou em menos barulho e ajudou a conseguir uma economia de 30% no combustível.

Ainda admirada pela versatilidade e disposição em ser "pau pra toda obra", a Kombi sai das linhas de produção, mas não vai desaparecer tão cedo das não deve sair das ruas, feiras-livres e encontros de proprietários saudosistas, assim como da memória de muitos brasileiros.

Créditos: Quatro Rodas


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