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18 maio 2014

2 anos de VW Boxer Patos

Desde 2012, o VW Boxer Patos conquistou milhares de leitores(as)
Hoje, 18 de maio de 2014 completamos 2 anos de fundação do VW Boxer Patos. Foi nesse dia, a dois anos atrás que o projeto surgiu e imediatamente colocamos em prática, criando este blog e iniciando os ajustes e postagens.

Muito obrigado à você leitor(a), que está sempre nos acompanhando (mesmo com a falta de publicação que o mesmo sofre hoje, por motivos internos do Clube do Fusca).

Garanto-lhes que surgirá novidades e o VW Boxer Patos voltará a ser melhor do que era.

Estatísticas consideráveis de 18 de maio de 2012 - 18 de maio de 2014


VISUALIZAÇÕES DO BLOG - 140.371
POSTAGENS PUBLICADAS - 737
POSTAGEM MAIS POPULAR - Fusca Baja (12.401 visualiz.)
COMENTÁRIOS - 134
SEGUIDORES - 21
HONRA - O VW Boxer Patos é autorizado oficialmente por Marcelo Tonella para livre publicação de seus vídeos em nosso blog.


Leandro Machado - fundador do VW Boxer Patos

OBRIGADO E PARABÉNS!

16 janeiro 2014

ENCONTRO - DIA NACIONAL DO FUSCA 2014

O DIA NACIONAL DO FUSCA já se aproxima e o Clube do Fusca de Patos de Minas já se organiza para realizar um evento de exposição e em seguida, uma carreata pelas ruas da cidade.

DIA: 18 de janeiro de 2014
HORÁRIO: 14h (horário oficial de Brasília)
LOCAL: Estacionamento da concessionária Volkswagen Motominas, localizada na Rua Major Gote.

ADMINISTRAÇÃO RESPONSÁVEL PELO EVENTO: FLÁVIO ALBERTO

Compareça, prestigie o carrinho mais famoso do mundo!!!

05 dezembro 2013

Comercial Antigo Volkswagen: Resistência do Câmbio!


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04 dezembro 2013

Fusca 1600 S, O "Bizorrão"

Lançado em 1974, na tentativa de atualizar o nosso querido "Fusca", pois o fuscão 1500 já sofria as limitações da sua mecânica, a Volkswagen tentava atingir um público mais jovem com esta série especial, fazendo com que aquele "fusquinha" que todos conheciam se tornasse mais envenenado, recebendo um motor mais "bravo", um 1600 de 65HP, ou seja, uma grande evolução em relação ao 1500 de 56HP, porém não parava por ai, o carro possuía mais apelos esportivos tais como um painel com vários "relógios": Conta Giros ao lado do velocímetro, vacuômetro, amperímetro e temperatura do óleo abaixo do cinzeiro além do famoso volante "Walrod".


Painel bem "equipado" com volante Walrod trazia maior apelo esportivo
Reportagem especial da revista 4 rodas da época!
Quando o motor 1500 deixaria de equipar o "Fuscão" sendo assim substituído definitivamente pelo motor 1600 dando fim a esta série especial que fez a cabeça de muitos jovens, tornando um carro extremamente raro

Especificações:

  • Motor: 1600 câmbio baixo e comando esportivo.
  • Potência: 65cv SAE
  • 0 a 100: 16,5s
  • Alimentação: Dupla Carburação Solex 32 
  • Freios: Disco Ventilado Frente, Tambor Traseira

Adaptado de: Air Cooled Br
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03 dezembro 2013

Manual do Kübelwagen feito pelo Departamento de Guerra dos EUA


Olá galera, eis aqui uma info muito legal, um manual de manutenção do Kübelwagen escrito pelo departamento de guerra dos EUA após o final da segunda guerra, para quem não conhece este veiculo tão icônico quanto o Jipe na segunda guerra mundial, para quem curte um pouco de história é algo bem interessante.





O Volkswagen Kübelwagen (carro balde/banheira) foi um veículo militar desenhado por Ferdinand Porsche e construído pela Volkswagen durante a Segunda Guerra Mundial para uso pelas Forças Armadas da Alemanha Nazista (tanto a Wehrmacht quanto a Waffen-SS). Baseado no Volkswagen Fusca, foi inicialmente chamado Type 62 (protótipo), mas eventualmente ficou com o número interno de modelo Type 82.

Sua leveza, agilidade e ausência de fluido de refrigeração (evitando o congelamento e ebulição em climas extremos) não demorou para demonstrar sua superioridade em relação aos veículos 4X4 dos exércitos adversários. Enquanto seu chassis e mecânica eram construídos na KDF Stadt (agora Wolfsburg), sua carroceria era produzida pela firma Ambi Budd em Berlin (ironicamente era uma firma americana). O Kübelwagen era para os alemães o que o jipe era para os Aliados."




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28 novembro 2013

O carro-esporte nacional da Volkswagen

Projetado no Brasil, o SP2 impressionava pelo estilo
arrojado, mas deixava a desejar em desempenho
No início dos anos 70, a despeito do endurecimento do regime militar, o Brasil vivia uma época de prosperidade econômica -- o chamado milagre brasileiro --, quando o País crescia a índices nunca antes vistos. Com isso a classe média passava a consumir mais e as vendas de automóveis cresciam.



A música "Ouro de Tolo", de Raul Seixas, criticava a situação, mas esse crescimento do bolo gerava um interesse por um novo segmento do mercado de automóveis, até então pouco explorado no País: o dos carros-esporte. Inicialmente esse segmento fora preenchido pela Willys, com o Interlagos, e por fábricas independentes -- as importações estavam suspensas --, das quais a mais famosa era a Puma (saiba mais).
A publicidade da VW ressaltava a imponência do SP2, que trazia bons itens de conforto, mas pouco mais de 10 mil foram produzidos em três anos.
Em 1972 a Volkswagen resolvia entrar na briga com um modelo próprio e desenvolvido no Brasil: o SP2. Conta a história que o modelo foi um desejo pessoal do presidente da empresa, Rudolf Leiding, que mais tarde comandaria a matriz.

A filial brasileira estava confiante para desenvolver modelos próprios, dos quais a Brasília seria um grande sucesso, e então surgiu o projeto SP. Feito sobre o chassi da Variant e com um desenho bastante arrojado, o primeiro SP chegou às ruas, com motor 1,6-litro, que desenvolvia apenas 65 cv brutos e o levava a 150 km/h, versão rara conhecida como SP1.

A segunda versão, batizada de SP2, possuía motor 1,7-litro de quatro cilindros horizontais opostos (boxer), refrigerado a ar, gerando 75 cv de potência bruta a 5.000 rpm. Como na Variant, o motor era de construção plana, com a turbina de refrigeração montada no virabrequim. O circuito do óleo de lubrificação foi aprimorado, a 
taxa de compressão de 7,5:1 era a mais alta até então nos motores VW arrefecidos a ar, e era recomendada gasolina "azul", a de maior octanagem da época. O câmbio era o mesmo 4-marchas da linha de motor traseiro, mas a relação do diferencial foi alongada para 3,88:1.

O carro atingia 160 km/h e acelerava de 0 a 100 km/h em 17,4 segundos, sendo ainda razoavelmente econômico, com média de 10,5 km/l. Além do novo motor, desenvolvido a partir do 1,6, apresentava suspensão recalibrada e freios a discos na dianteira. As rodas eram de aço, 14 polegadas, com pneus radiais 185-14 de perfil alto (80).

Ao lado do desenho arrojado, outros detalhes davam ao SP2 um perfil esportivo: bancos com assentos longos -- havia opção de revestimento em couro --, apoios reguláveis para a cabeça e acolchoamento na região lombar para evitar dores na coluna. Apresentava também um painel completo, feito de plástico deformável, que incluía conta-giros, termômetro do óleo, amperímetro e relógio.
O carro vinha também com rádio e ventilador de série e oferecia bom espaço para bagagens: 140 litros na dianteira e outros 205 na traseira, distribuídos em compartimentos forrados atrás dos bancos e em cima do motor. A tampa do porta-malas abrangia o vidro traseiro, numa época que oshatchbacks ainda não haviam surgido no Brasil. O limpador do lado do motorista era pantográfico, para maior varredura -- novidade na época.
Uma versão de 1,6 litro foi planejada, mas não chegou às ruas. Mesmo a de 1,7 litro e 75 cv brutos cumpria nas ruas menos do que suas linhas modernas prometiam.
Apesar de alguns bons atributos, 1976 foi o ano derradeiro para o SP2. Os principais responsáveis por seu fracasso foram o alto preço, em razão de uma baixa economia de escala na produção, e o fraco desempenho do motor diante do estilo esportivo. O SP2, construído em aço, vivia "apanhando" dos Pumas, que -- embora utilizassem mecânica VW -- eram bem mais leves, pois eram feitos em plástico reforçado com fibra-de-vidro.

Ao todo foram produzidas 10.193 unidades do carro. Hoje um item de colecionador, apesar do pouco sucesso nas vendas, já consta até de catálogos internacionais. Um SP2 branco, restaurado pela fábrica, encontra-se em exposição no Museu Volkswagen localizado na fábrica de Wolfsburg, na Alemanha -- um legítimo representante do desenho brasileiro à vista de todo o mundo.
Texto: Rodrigo Fonseca - Fotos: divulgação
Fonte: Best Cars Web Site

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27 novembro 2013

4ª Marcha - História e evolução do logo VW


"As origens do logotipo Volkswagen (com a letra V acima da letra W, dentro de um círculo) remetem aos primórdios da Volkswagenwerk (fábrica Volkswagen), cuja cerimônia de lançamento da pedra fundamental foi realizada em 26 de maio de 1938. O designer de motores Franz Xaver Reimspiess, da Porsche KG, criou a marca Volkswagen, com as duas letras. Em abril do mesmo ano, o logo VW foi registrado em uma roda dentada, a qual foi o símbolo da Frente de Trabalho Alemã (Deutsche Arbeitsfront, DAF), que era proprietária da empresa.

1938
O logotipo da VW também foi usado dentro do símbolo da “Organização Força Através da Alegria” (Kraft durch Freude, KDF), que fazia parte da DAF, sendo que esse logo foi registrado em 1939.
1945 até 1948
Após o governo militar britânico assumir a responsabilidade pela Volkswagen, o major Ivan Hirst, diretor sênior residente que era responsável pela fábrica, decidiu em 1945 que o logotipo seria apenas o V e o W dentro de um círculo.
1949 até 1966
O logotipo da VW, semelhante ao que é conhecido hoje, foi registrado em outubro de 1948 no Departamento Alemão de Patentes, em Munique. E, desde então, recebeu várias atualizações.
1967 até 1977
No passado, o logo Volkswagen foi utilizado em diversas variações e cores, mas sempre com o V colocado acima do W, em círculo. Durante os anos 1950, o logo foi impresso principalmente em preto e branco. Até o fim da década de 1960, a cor azul foi usada mais frequentemente, mas ainda havia variação de cores.
1978 até 1995
Geralmente, o logo era encontrado nas cores preto em fundo branco ou branco sobre fundo azul ou preto. Na década de 1980, a cor azul tornou-se ainda mais importante.
1996 até 1999
Em 1996, o logotipo foi alterado para azul escuro, sendo que esse novo logo seguiu o design corporativo.
1999 até 2012
A partir de 1999, o logo da Volkswagen recebeu uma adaptação tridimensional.
A partir de 2013
Em 2013, ganha sua mais nova versão."
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26 novembro 2013

O lendário Porsche 356

É considerado o primeiro carro produzido pela Fábrica Porsche. Ele tinha um motor de 4 cilindros opostos 2 a 2, chamado de boxer, com refrigeração a ar, evoluindo de 1.1l, 40 hp (DIN); 1.3l, 44-60 hp (DIN); 1.5l, 55-70 hp (DIN); 1.5l DOHC, 100-110 hp (DIN); 1.6l, 60-95 hp (DIN); 1.6l DOHC, 105-115 hp (DIN); e, 2.0l DOHC, 130 hp (DIN 1.100cc-2.000cc) – todos com câmbio com 4 marchas. A Distância entre eixos era de 2.100mm, com um comprimento de 4.010mm, largura de 1.670mm, com altura de 1.330mm e pesando (dependendo do modelo e motor), entre 680 a 900kg.

A expressão “356” faz alusão ao fato deste ser o 356° projeto do escritório de design Porsche. Em 2004 a revista Sports Car International elegeu o 356-C o 10° melhor carro na sua lista dos melhores da década de 60.

A história do 356 se confunde com a história da Volkswagen e da própria Porsche. Derivado diretamente do VW pós-guerra, este modelo se diferenciou das muitas outras variações do Volkswagen por ter tido a participação direta dos projetistas Ferdnand Porsche, de seu filho Ferry e do projetista austríaco Erwin Komenda. O conceito do Porsche 356 foi criado por Ferry e desenhado por Komenda, ambos desenvolvimentistas da VW. Da VW para a fábrica própria, foi um pulo empurrado pela II Guerra Mundial. Ferry Porsche tinha a idéia de construir um automóvel inteiramente novo, porém as dificuldades do pós-guerra forçaram o uso de peças da VW, como o motor, a transmissão, etc.

PARA CONTINUAR LENDO A REPORTAGEM, CLIQUE AQUI!

Créditos: Auto Classic

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14 novembro 2013

O mítico VW 1.600 - Zé do Caixão

Volkswagen Zé do Caixão 1975
A Volkswagen dominava boa parte do mercado brasileiro de veículos de passeio em meados da década de 1960, mantendo-se na liderança com o Sedan, mais tarde batizado oficialmente como Fusca – apelido que virou nome de batismo. A receita do Fusca já era mais do que premiada e bem aceita pelos consumidores. A cada esquina havia uma Kombi, um Fusca, um Karmann Ghia… Os produtos da VW ocupavam a paisagem de qualquer cidade do Brasil, graças à boa fama gerada pela manutenção simples, facilidade de guiar e baixa desvalorização na hora da revenda.

vw-ze-do-caixao-1972
Para tentar reduzir esse domínio alemão, a Willys-Overland, em parceria com os projetistas da Renault, trabalhava em um novo projeto para substituir o Gordini. Com a aquisição da Willys pela Ford, o projeto foi aproveitado e deu origem a dois automóveis distintos: Renault R12 e Ford Corcel, este último apresentado ao público no Salão do Automóvel de 1968, no recém-inaugurado Palácio de Exposições do Parque Anhembi, em São Paulo. O resultado era um carro que oferecia mais espaço para os passageiros, um porta-malas que acomodava a bagagem de uma família tradicional e ainda tinha desempenho satisfatório e boa economia de combustível – tudo isso a um preço bastante competitivo.

Volkswagen-1600-IV
A Volkswagen então não poderia ficar para trás. Com as vendas do Corcel lá em cima, a fabricante alemã contra-atacou e apresentou seu primeiro automóvel quatro portas para o Brasil no final de 1968, o 1.600. Para disputar a categoria dos carros médios a VW trouxe da Alemanha o ferramental de estamparia do protótipo EA97, desenvolvido até a fase de pré-série sem que nunca tivesse entrado em produção na Europa.

Volkswagen-1600-V
Os engenheiros da filial brasileira trataram de trabalhar no protótipo, agora com o nome B-135. Foi colocado para rodar pelas piores estradas que se podia encontrar no Brasil, antes de ser aprovado. Mudanças estéticas e estruturais resultaram em uma configuração nunca antes oferecida pela Volkswagen: um automóvel com três volumes bem definidos e quatro portas. A carroceria trazia um desenho incomum para a gama da marca. Os traços retilíneos acompanhados de faróis retangulares com indicador de direção nas extremidades chamavam a atenção de quem estava acostumado com as linhas arredondadas do Fusca. O interior era ainda mais surpreendente, com bancos dianteiros mais confortáveis e um ajuste preciso de regulagem do encosto que possibilitava ao motorista encontrar a posição ideal para dirigir em pouco tempo.

Volkswagen-1600-VI
Uma das características do 1.600 era a ampla área envidraçada, praticamente livre de pontos cegos – principalmente na traseira devido ao perfil mais baixo do terceiro volume. Os passageiros de trás também encontravam muito mais espaço que no Fusca, com conforto para até três ocupantes. Por fim, as portas de trás facilitavam o acesso, com abertura suficiente e facilidade de manejo. O sedã era equipado com propulsor de 1.600 cilindradas e carburador Solex H30, motor desenvolvido a partir do tradicional 1.300 do Fusca com algumas modificações que geraram 60 cv de potencia a 4.500 rpm. O torque de 11,5 mkg estava disponível a partir dos 2.500 rpm, o que fazia do 1.600 um carro ágil sem que fosse necessário ficar esticando marchas para que ele ganhasse velocidade. Essa motorização deixava o modelo apto ao dia-a-dia dos grandes centros urbanos e ainda garantia boa velocidade de cruzeiro nas rodovias. Outro ponto positivo estava nos freios (disco na dianteira e tambor na traseira), que se mostravam mais eficientes do que o sistema do Fusca 1.300.

Volkswagen-1600-III
Só que as qualidades do 1.600 não foram suficientes para levá-lo ao estrelato. E na época do lançamento ainda houve uma infeliz coincidência. O cineasta José Mojica fazia imenso sucesso com seus filmes de terror como “O estranho mundo de Zé do Caixão”, que apresentava um sinistro personagem na busca incansável da mulher perfeita, uma pessoa que tivesse inteligência acima da média para dar origem a um filho com ele e continuar a procriar uma raça superior. Logo o nome do personagem foi associado ao desenho do carro, que lembrava um caixão pelas quatro maçanetas cromadas e pelo desenho da carroceria. Não deu outra: o apelido pegou e ninguém mais lembrava do nome original do carro… Assim, as vendas do 1.600 estavam lá em baixo, e o pequeno número de veículos vendidos em 1969 mostrou a dificuldade do público em associar o carro à marca através das linhas, além do apelido que desencorajava muitos possíveis compradores a adquirir o modelo. Por outro lado, as vendas do rival Corcel estavam aquecidas. Rejeitado pelos consumidores, o sedã foi encontrar refúgio entre os taxistas cariocas. Na praça ele era boa opção para o trabalho, pois oferecia mais conforto e a facilidade de acesso pelas quatro portas, coisa que já era exigida pelos turistas estrangeiros. Então o 1600 passou a colher elogios dos proprietários pela agilidade e mecânica confiável. [wpsocialite]Em 1970 a Volkswagen encerrou a produção do 1.600 “Zé do Caixão”, devido à queda abrupta nas vendas – no total foram produzidas apenas 24.475 unidades. A introdução das linhas quadradas do modelo deu origem a dois produtos que traçaram um caminho de sucesso, a perua Variant e o hatch TL, que chegou a ter uma variante com quatro portas. Mais tarde chegaria a aclamada Brasília, um projeto inovador da Volkswagen totalmente desenvolvido no Brasil para os brasileiros.

Créditos: Carplace

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13 novembro 2013

4ª Marcha - Trajetória da VW Variant

 A Variant foi lançada em 69, com a frente alta com faróis quadrados (iguais aos do Zé do Caixão, lançado em 68), lanternas traseiras fininhas, e o quebra vento na lateral do vidro traseiro... Este modelo ganhou uma pequena ''pincelada'' no segundo semestre de 70, com o lançamento do TL, e a única diferença foi à adoção do conjunto ótico do TL (faróis duplos redondos), e leve modificação no capo dianteiro... O Zé do Caixão, também ganhou as mesmas modificações na dianteira, na mesma ocasião... Ficaram os três com a frente idêntica, durante esse período da metade de 70 até a metade de 71... No segundo semestre de 71, a linha TL/Variant ganharam a chamada frente baixa, e o Zé do Caixão deixa de ser produzido, substituído pelo TL 4portas... A Variant manteve o quebra vento na janela lateral e as lanternas fininhas até o fim de 72... Em 73, ganha três saidinhas de ar na coluna C, perde a tal janelinha lateral, e ganha as lanternas traseiras maiores, mantendo esta configuração até 77, quando saiu definitivamente de linha, abrindo espaço para a chegada da Variant II... Em 74, o volante, a padronagem dos bancos, e a manivela do vidro mudaram, as calotas cromadas viraram copinhos (pra toda a linha), e a grade traseira passou a ser a do Brasilia... Em 75, ganhou outro painel, as lanternas traseiras passaram a ser bicolores (antes tricolores), perdeu o logo VW 1600 da tampa traseira, e a haste dos limpadores do para brisa passaram a ser pretas, entre outros pequenos detalhes (o TL sai de linha oficialmente nesse ano, mas é possível encontrar alguns restos de estoque emplacados como 76)... Em 76 ganha a trava do encosto do banco e novo apoio de braço das portas... Em 77, ultimo ano, perdeu os bigodinhos da frente e o logotipo VW dianteiro passa a ser de plástico...
Quanto as cores, são praticamente as mesmas do Fusca de mesmo ano, mas a partir de 72, Variant/TL, SP2 E TC tiveram curiosas cores metálicas, como o prata, marrom, verde e azul (alem de um vermelho que parecia meio rosa), bem raras por sinal... Não acredito que tenha versão mais valorizada, vai muito é do estado de conservação... Alguns preferem frente alta, alguns preferem frente baixa, alguns preferem as duas e por ai vai.


69/70:

 

70/71:

 

71/72:

 

73:

 

74:

 

75:

 

76:

 

77:

 
Essa 77 está com calotas que só foram até 73, originalmente são copinhos.

Os dois paineis:

69 a 74 (revestimento tipo jacarandá até 72, e esse volante até 73)


75 a 77:


Propagandas


69/70/71


71/72 

Cores metálicas:

72/73 Platina metalico - L1225...


73/74/75 Azul Astral metalico - L1314...


73/74/75 Verde Mentol metalico - L1338...


73/74 Castanho metálico - L1272...


74/75 Titânio metalico - L3002...


74 Violeta Pop metálica - L5001...

Fonte: Classic Magazine

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30 outubro 2013

4ª Marcha - Caminhão Trakbayan


Olha o que aparece quando você acha que já viu de tudo em matéria de derivados do Fusca. Um caminhãozinho com capacidade de uma tonelada, disponível como pick-up e furgão, com variações que resultavam em seis versões diferentes. O Trakbayan foi desenvolvido e produzido nas Filipinas, de 1976 a 1979, por uma concessionária VW chamada DMG, e utilizava o motor 1600 refrigerado a ar na dianteira, em uma posição girada 180 graus em relação ao fusca.


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24 outubro 2013

São Bernardo do Campo tenta adiar fim da Kombi

A veterana Kombi será descontinuada em 2014, mas se depender do prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), isso pode não acontecer. Durante um seminário de segurança veicular realizado na cidade, o político defendeu sua posição e, segundo informações da Rádio ABC, pediu ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, uma sobrevida de dois a três anos para a perua.


“O governo forçou as montadoras a adequarem seus produtos (às novas normas de segurança), mas é preciso certo tempo para que a Volkswagen substitua a Kombi. Além disso, ela é um veículo de carga para o uso urbano, e muita gente a utiliza, como feirantes, pequenos empresários e trabalhadores autônomos. A Kombi é a única forma de estes profissionais terem um veículo novo a um preço relativamente baixo”, declarou Marinho.


O prefeito também citou como outro motivo para postergar o fim da perua a possibilidade de demissões na linha de montagem da Volkswagen após a Kombi sair de linha. Apesar dos apelos feitos por Marinho, são mínimas as chances de o governo abrir uma exceção.


A Kombi será descontinuada em janeiro de 2014 por não poder receber airbag duplo, item obrigatório juntamente com os freios ABS em todos os veículos feitos no país a partir do ano que vem. Para marcar a despedida do modelo, a Volkswagen lançou a Kombi Last Edition, série especial cheia de acessórios que terá 1.200 unidades produzidas.


Créditos: Revista Quatro Rodas


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